29/05/2010 -
A reciclagem gera hoje para o Brasil entre R$ 1,5 bilhões a R$ 3
bilhões anualmente, segundo o Ministério do Meio
Ambiente. Além dos benefícios econômicos, a
atividade traz vantagens ambientais para o país. No entanto,
hoje apenas 14% da população brasileira conta com o
serviço de coleta seletiva e somente 3% dos resíduos
sólidos urbanos são destinados à reciclagem.
— Muitos
países têm buscado outras soluções para os
resíduos orgânicos e, com orgulho, podemos afirmar que o
Brasil também já tem uma solução para este
tipo de resíduo: a Tecnologia Micro-ondas para beneficiamento de
biomassa, em especial o lixo urbano, que considera os aspectos de
eficiência energética, sustentabilidade, responsabilidade
social e gestão de variáveis georreferenciadas, em sua
aplicação — explica Luciano Prozillo, Diretor da
MicroAmbiental.
A MicroAmbiental fechou
um acordo de cooperação tecnológica com a
Universidade de São Paulo _ Departamento de Engenharia de Minas
e de Petróleo da Escola Politécnica _ LAPOL
(Laboratório de Planejamento e Gestão de Sistemas
Georreferenciados), tendo como objetivo o fortalecimento do processo de
melhoria contínua e a integração com a
indústria.
Segundo o Prof. Dr.
Giorgio de Tomi, Coordenador do LAPOL, este modelo de
cooperação aceA reciclagem gera hoje para o Brasil entre
R$ 1,5 bilhões a R$ 3 bilhões anualmente, segundo o
Ministério do Meio Ambiente. Além dos benefícios
econômicos, a atividade traz vantagens ambientais para o
país. No entanto, hoje apenas 14% da população
brasileira conta com o serviço de coleta seletiva e somente 3%
dos resíduos sólidos urbanos são destinados
à reciclagem.
—Muitos
países têm buscado outras soluções para os
resíduos orgânicos e, com orgulho, podemos afirmar que o
Brasil também já tem uma solução para este
tipo de resíduo: a Tecnologia Micro-ondas para beneficiamento de
biomassa, em especial o lixo urbano, que considera os aspectos de
eficiência energética, sustentabilidade, responsabilidade
social e gestão de variáveis georreferenciadas, em sua
aplicação — explica Luciano Prozillo, Diretor da
MicroAmbiental.
A MicroAmbiental fechou
um acordo de cooperação tecnológica com a
Universidade de São Paulo _ Departamento de Engenharia de Minas
e de Petróleo da Escola Politécnica _ LAPOL
(Laboratório de Planejamento e Gestão de Sistemas
Georreferenciados), tendo como objetivo o fortalecimento do processo de
melhoria contínua e a integração com a
indústria.
Segundo o Prof. Dr.
Giorgio de Tomi, Coordenador do LAPOL, este modelo de
cooperação acertado entre a MicroAmbiental e a USP
já é bastante difundido em países com
tradição em inovação, onde o investimento
privado e a pesquisa aplicada das Universidades buscam desenvolver
inovações que contribuam efetivamente para a sociedade.
"Nosso objetivo é transformar o conceito referente ao lixo, ou
seja, não o mostrando como um resíduo, mas sim como uma
fonte de energia para a sociedade. Desta forma, conseguiremos gerar
energia limpa e paralelamente oferecer uma solução
sustentável para o lixo, com grande atratividade
econômica", explica.
Projetos em andamento
A MicroAmbiental
já está com dois projetos em instalação no
Brasil: Matozinhos, em Minas Gerais, e Irajá, no Rio de Janeiro.
Segundo Prozillo, em Matozinhos até o final de maio 25% da obra
estará concluída. "A 1ª fase é a
implantação do aterro sanitário que se encerra no
final de julho, e a 2ª fase consiste na construção
da Unidade de Processamento de Resíduos Sólidos Urbanos
utilizando a tecnologia de Micro-ondas."
O projeto do Rio de
Janeiro está sendo implantado em parceria com o Governo do
Estado, por meio das Secretárias de Meio Ambiente e Agricultura,
estará localizado dentro do Ceasa e deverá produzir 10MW
com até mil toneladas de lixo retiradas da central de
abastecimento.
Processo
Um "Reator de
Micro-ondas" age nos resíduos, transfere energia
eletromagnética para o material, eliminando agentes
patogênicos e grande parte da umidade residual. Esse processo
é rápido e seu resultado, uma biomassa sem cheiro e sem
contaminação, é transferida para uma Unidade
Termogeradora que produzirá energia elétrica para o
sistema.
O balanço
energético é positivo: o sistema consome internamente
apenas 15% do conteúdo energético, sendo assim totalmente
autossustentável. O produto deste beneficiamento pode ser
aproveitado para a geração de energia elétrica ou
transformado em material combustível para aproveitamento em
outros processos.
As Unidades são
moduladas a partir de 50 toneladas de processamento de lixo por dia,
dependendo da demanda do município ou empresa.rtado entre a
MicroAmbiental e a USP já é bastante difundido em
países com tradição em inovação,
onde o investimento privado e a pesquisa aplicada das Universidades
buscam desenvolver inovações que contribuam efetivamente
para a sociedade. "Nosso objetivo é transformar o conceito
referente ao lixo, ou seja, não o mostrando como um
resíduo, mas sim como uma fonte de energia para a sociedade.
Desta forma, conseguiremos gerar energia limpa e paralelamente oferecer
uma solução sustentável para o lixo, com grande
atratividade econômica", explica.
Projetos em andamento
A MicroAmbiental
já está com dois projetos em instalação no
Brasil: Matozinhos, em Minas Gerais, e Irajá, no Rio de Janeiro.
Segundo Prozillo, em Matozinhos até o final de maio 25% da obra
estará concluída. "A 1ª fase é a
implantação do aterro sanitário que se encerra no
final de julho, e a 2ª fase consiste na construção
da Unidade de Processamento de Resíduos Sólidos Urbanos
utilizando a tecnologia de Micro-ondas."
O projeto do Rio de
Janeiro está sendo implantado em parceria com o Governo do
Estado, por meio das Secretárias de Meio Ambiente e Agricultura,
estará localizado dentro do Ceasa e deverá produzir 10MW
com até mil toneladas de lixo retiradas da central de
abastecimento.
Processo
Um "Reator de Micro-ondas" age nos resíduos, transfere energia
eletromagnética para o material, eliminando agentes
patogênicos e grande parte da umidade residual. Esse processo
é rápido e seu resultado, uma biomassa sem cheiro e sem
contaminação, é transferida para uma Unidade
Termogeradora que produzirá energia elétrica para o
sistema.
O balanço
energético é positivo: o sistema consome internamente
apenas 15% do conteúdo energético, sendo assim totalmente
autossustentável. O produto deste beneficiamento pode ser
aproveitado para a geração de energia elétrica ou
transformado em material combustível para aproveitamento em
outros processos.
As Unidades são
moduladas a partir de 50 toneladas de processamento de lixo por dia,
dependendo da demanda do município ou empresa.