26/06/2009 - Em São
Paulo,
médicos
recém-formados
e alunos
de
medicina
ganharam
a ajuda
de um
aparelho
de
última
geração
para
treinar
procedimentos
cirúrgicos.
Será
possível
fazer
treinamentos,
desde
técnicas
de
ressuscitação
até
cirurgias
mais
complexas.
Por
causa do
custo,
esses
aparelhos
só eram
encontrados
em
hospitais
particulares
de
grande
porte.
Agora,
chegam à
Santa
Casa de
São
Paulo e
vão
beneficiar
pacientes
da rede
pública.
No
monitor,
os
sinais
vitais
do
paciente
apontam
uma
emergência:
“Uma
parada
cardíaca.
Preciso
que
vocês se
posicionem
para
tratar
dessa
criança”,
explica
o
médico.
O boneco
reage de
acordo
com as
intervenções
dos
médicos.
“Com
exame
clínico
e esse
monitor
vocês
sabem
exatamente
o que
está
acontecendo
com a
criança”,
completa
o
professor.
Os
equipamentos
treinam
os
médicos
que se
veem
diante
de
desafios
muito
parecidos
com os
que
fazem
parte do
dia a
dia de
um
hospital.
Os
aparelhos
conseguem
reproduzir
de
maneira
muito
fiel as
situações
que
serão
enfrentadas
futuramente.
Em um,
por
exemplo,
o
residente
pode
fazer
uma
cirurgia
virtual,
mas as
sensações
que ele
vai ter
são de
uma
operação
real.
“A
sensação
é de
extremo
realismo.
Você
sente
quando
uma
pinça
bate na
outra,
quando a
máquina
te dá
uma
resistência
na mão”,
diz o
residente
César
Augusto
Juliano.
Sem
risco
Aqui, o
erro não
oferece
risco.
“Ele
demonstrou
que
estava
com
sangramento
grave e
entrou
em
choque.
Felizmente
era uma
simulação.
Não
houve
risco
para
ninguém”,
mostra o
coordenador
do
centro
de
ensino,
Dércio
de
Campos.
Quando a
técnica
é menos
invasiva
para o
paciente,
exige
mais
habilidade.
Os mais
experientes
garantem:
essas
horas
diante
da
máquina
trazem
mais
segurança.
“Antes o
instrutor
pegava
na mão
do
residente
para
explicar-lhe
como
eram os
movimentos
no
aparelho
e fazia
o
procedimento
junto.
Desse
modo, o
residente
têm
condições
de
chegar
mais
tranquilos
para
fazer
uma
endoscopia
no
doente”,
diz
Dércio
de
Campos.
Hoje,
para
poder
treinar,
os
médicos
usam
animais.
Um tipo
de
prática
que é
cada vez
mais
condenada
no mundo
inteiro.
Por
isso,
equipamentos
como
esse da
Santa
Casa se
tornam
cada vez
mais
importantes.
As
máquinas
também
são
capazes
de
transmitir
sensações
táteis.
Ou seja,
o médico
sente
como se
estivesse
tocando
um
paciente.